sexta-feira, 18 de abril de 2014
Somos fodas!
Daí que eu passo alguns dias sem ver você e quando vejo novamente, só de observar seus passos distantes se aproximando de mim, meu corpo já entra em erupção. O vulcão que existe em mim explode. Eu tremo de nervoso ainda, gelo as mãos numa mistura boa de emoção com tesão. Meu riso é frouxo, espontâneo e o mais sincero que posso dar. Você começa a falar e fico embriagada com tua voz. O som que a sua risada tem bagunça tudo dentro de mim. Você me faz feliz pelo simples fato de existir na minha vida e eu tenho aproveitado essa existência como anteriormente eu ainda não havia tido a capacidade de fazer. Eu sinto uma mistura louca de amor, paixão, tesão, admiração, carinho, dentre tantas outras sensações só de te olhar. Sei que fomos, de alguma forma não muito convencional, feitos um pro outro. E que delícia que é sermos tão diferentes da maioria, é isso que nos mantém e nos faz tão bem. Eu te trato bem, é verdade, é assim que um homem, no sentido + amplo palavra, deve ser tratado. Comigo você sabe, é tudo de verdade, exageradamente sua. Somos ainda estranha e deliciosamente nossos. E que venham mais momentos, horas, dias, anos, que venha muito mais nós 2, que separados somos fodas e juntos então, extraordinários. Sem modéstia mesmo! Hoje li que modéstia é pros fracos e burros, coisas que, definitivamente, não nos descrevem. Somos realmente bons, sincera e orgulhosamente fodas!
domingo, 6 de abril de 2014
Tolos.
Já tenho estado fácil de corpo e alma, como se o ato amar não fosse tão evidente. Ontem sentei a beira mar rasguei tudo por dentro, explodi sentimentos, gritei ao mundo a felicidade. Diz-me o que falta, completo, a todo preço.
Desço do alto de um castelo europeu para viver o amor vagabundo dos bares e esquinas das periferias de qualquer cidade de terceiro mundo. Sujo meus melhores vestidos e sapatos por você. Lambuzo mãos e lábios com o sabor do teu pecado, esse que me sustenta, me ostenta e me faz poder saber convicta que a vida vale a pena. E que o nobre sentimento pulsando no peito é convicto de si mas dependente de você.
Não apenas curto a embriaguez e suas delícias, a ressaca também é bem vinda.
Tolos perdem você, eu, esperta como aprendi a ser, te mantenho por perto. E a falta de lucidez e inteligência de quem te deixa escapar? Quanta tolice.
Aos amores eternos acabados deixo meu muito obrigada, todos foram pontes pra que eu chegasse até você. Para quem tentou, ainda que inconscientemente, fazer com que eu enxergasse que você não merecia meu todo, o meu obrigada, foi também graças a vocês que perseverei.
Aos demais brindo, digo adeus, volto logo, cheguei. A você digo o de sempre, estou e estarei sempre aqui, até o fim raiar.
Desço do alto de um castelo europeu para viver o amor vagabundo dos bares e esquinas das periferias de qualquer cidade de terceiro mundo. Sujo meus melhores vestidos e sapatos por você. Lambuzo mãos e lábios com o sabor do teu pecado, esse que me sustenta, me ostenta e me faz poder saber convicta que a vida vale a pena. E que o nobre sentimento pulsando no peito é convicto de si mas dependente de você.
Não apenas curto a embriaguez e suas delícias, a ressaca também é bem vinda.
Tolos perdem você, eu, esperta como aprendi a ser, te mantenho por perto. E a falta de lucidez e inteligência de quem te deixa escapar? Quanta tolice.
Aos amores eternos acabados deixo meu muito obrigada, todos foram pontes pra que eu chegasse até você. Para quem tentou, ainda que inconscientemente, fazer com que eu enxergasse que você não merecia meu todo, o meu obrigada, foi também graças a vocês que perseverei.
Aos demais brindo, digo adeus, volto logo, cheguei. A você digo o de sempre, estou e estarei sempre aqui, até o fim raiar.
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