quinta-feira, 8 de maio de 2014

Não digo nada além do que não posso dizer...

Reservo-me ao direito de dizer que você é um gradissíssimo de um filho da puta, com todo respeito a senhora sua mãe que colocou um filho da puta tão gostoso no mundo.
Eu não me dou mais ao luxo de dizer que não vou mais porque eu vou, não sei dizer adeus, prefiro não dizer nada. Mas também não irei mais perder a hora certa com a pessoa errada. Estou aqui me inspirando em "Nuvem", de Humberto Gessinger nesse exato momento em que tento, em vão, falar o que tô sentindo, o que decidi, como vai ser de agora em diante.
Estou merecendo uma trégua. Estou me reservando o direito de respirar novos ares. Está tudo dando certo de acordo com os planos que não fiz. E eu vou adiante. Caso nos encontremos no decorrer da minha caminhada, a gente dá as mãos, como sempre foi... "Está chegando o fim da linha, tá na hora de saltar..." ? Deixa a interrogação pra lá, prefiro a incerteza e a delícia das reticências. Você foi lindo demais na minha trajetória, será sempre porque somos além. Conversamos sobre, a gente sempre fala, somos tagarelas demais pra deixar questionamentos em aberto.
Digo adeus. A vida não pode ser medida em conta-gotas, está me dizendo meu lôro, meu lôro vei.. Hehehe. "Vai chover, vai secar..."

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